Jacohrangers

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domingo, 17 de novembro de 2013

EPISÓDIO 22 - ATAQUE COVARDE! SISTEMA SOLAR EM PERIGO


EPISÓDIO 22 – ATAQUE COVARDE! SISTEMA SOLAR EM PERIGO

NO CAPÍTULO ANTERIOR DE JACOHRANGERS:

- MESTRE JACOH E CHAIRO FORAM AO DEPARTAMENTO ESPACIAL DE DEFESA PARA TER COM SEUS LÍDERES E SOLICITAR AJUDAR PARA O PLANETA TERRA.
- APÓS CERTA RESISTÊNCIA, AMBOS CONSEGUEM O ROBÔ CRUZADOR PARA AJUDÁ-LOS NA BATALHA CONTRA O IMPÉRIO AKKUMA, EMBORA A MÁQUINA DE GUERRA NÃO ESTEJA EM SUAS MELHORES CONDIÇÕES.

O QUE IRÁ ACONTECER?

O Robô Cruzador tinha uma boa mobilidade, era ágil e bastante resistente. Era possível golpear com força e se esquivar em seguida sem grandes dificuldades. Parecia até melhor que o Densetsu Robotto.
O monstro Rizzardo atacou várias vezes, e sempre os Jacohrangers conseguiram aparar ou bloquear as investidas inimigas. Em determinado momento, invocaram uma espada imensa e intimidadora: a Super Espada Espacial. A lâmina tinha um poder incrível, que acabou ferindo incrivelmente o vilão.
Tudo parecia ir bem, e os heróis já se preparavam para desferir o golpe final, quando os movimentos do Robô Cruzador ficaram lentos. Os socos se tornaram mais previsíveis e fáceis de esquivar. As estocadas com a espada não tinham a mesma força. O próprio robô não tinha a mesma estabilidade.
Rizzardo se aproveitou para atacar com tudo. Disparou raios e toda a sorte de golpes até levar a nova máquina de batalha dos Jacohrangers ao chão. Os heróis gritaram de dor e preocupação, mas logo estavam de pé novamente. Com dificuldades, mas de pé.

- Não sabemos exatamente o que pode acontecer – Chairo disse a todos – É melhor tentarmos aplicar o golpe final imediatamente.

Ao dizer aquilo a Super Espada Espacial brilhou. Mesmo com certa lentidão, os heróis usaram o mais poderoso ataque do Robô Cruzador: Flash Sagrado do Cosmos. Uma gigantesca explosão transformou Rizzardo em cinzas.
A nova máquina de batalha realmente tinha problemas. Sair do modo de batalha e deslocá-la até o quartel-general do grupo foi um desafio demorado. Hitomi, Murana e Daira quase perderam a paciência.
Enquanto isso, Chairo e Grey foram auxiliar as pessoas feridas na batalha. O monstro, em seu tamanho gigante, atacou alguns bairros de Brazilian Tokyo sem que os Jacohrangers tivessem como impedir a destruição. O resultado foi um caos indescritível. Milhares de pessoas ficaram desabrigados. Havia desaparecimentos, mas, felizmente, nenhum óbito confirmado. Ainda assim, reconstruir aquela região custaria milhões aos cofres públicos. E o trauma de quem presenciara a perturbadora batalha duraria para sempre.
Os dois Jacohrangers fizeram o possível para auxiliar a Secretaria de Segurança Pública da cidade e voltaram à base do grupo. Lá chegando, viram que Mestre Jacoh e Hitomi se empenhavam em conhecer melhor o Robô Cruzador. Ele precisava de reparos com certa urgência e ambos já tentavam providenciar aquilo.

- Já tem idéia de quanto tempo levarão os reparos? – Chairo perguntou a Hitomi.
- Provavelmente alguns dias, pelo menos para um reparo total. Mas cada hora de trabalho nossa restaura parcialmente um pouco. Se formos atacados antes de terminarmos, poderemos usar o Robô, ainda que não estando cem por cento.

Chairo se permitiu um descanso. O dia fora terrível – para seus amigos também. Conhecera o espaço, o Departamento Espacial de Defesa e tomou conhecimento da grave crise que assola todo o universo. Sem dúvidas, ele tinha muita coisa em que pensar naquela noite.

Mesmo assim, só conseguia pensar em Aline.

***

O dia amanheceu com o alarme soando de maneira preocupante. Era um chamado vindo do outro extremo do Sistema Solar. Minutos depois, os cinco Jacohrangers já estavam adequadamente vestidos e razoavelmente acordados. Então, Chairo compreendeu. Aquele chamado de emergência só podia vir do Departamento Espacial de Defesa.

- Parece que eles estão sob ataque – Mestre Jacoh informou – Não sabemos exatamente quem os está atacando, mas parece ser alguém poderoso, pois os estragos já são consideráveis.
- Nós iremos até lá ajudá-los? – Daira perguntou ao Mestre, que respondeu com um olhar a Chairo, como que delegando a ele o poder de decidir.
Iremos sim! – o Jacohranger marrom sequer titubeou – Mestre, vou precisar que o senhor fique. Terá que nos avisar de Brazilian Tokyo ou qualquer outro canto da terra sofrer algum ataque. Nós iremos até o Departamento Espacial de Defesa e faremos nosso melhor. Devemos isso a eles.
- E se os inimigos forem fortes demais? – era novamente Daira.
- Nesse caso, mostraremos a força dos Jacohrangers! - Hitomi quase gritou de tanta autoconfiança.
- Jacoh Change! – todos gritaram ao mesmo tempo.

Partiram. A preocupação inicial era chegarem a tempo. O trajeto levaria algo em torno de três horas para ser percorrido. E se os membros do Departamento Espacial de Defesa não resistissem ao ataque até que os Jacohrangers chegassem? Chairo não queria nem pensar. Murana tratou de puxar conversa sobre outro assunto.

- O pessoal do Departamento recebeu você bem ontem, Chairo?
- Sim, muito. Houve uma negativa por parte deles quando pedimos ajuda, mas foi só em um primeiro momento. O Robô Cruzador não estava em plenas condições e eles temiam que isto fosse um problema para nós. Por sorte, acabaram cedendo.
- Pela tecnologia que o Mestre Jacoh comentou que eles possuem, só posso pensar que eles estão tendo dificuldades porque foram atacados de surpresa. Acho que, em circunstâncias normais, eles saberiam se defender muito bem sozinhos – ponderou Hitomi.
- Eu não tinha pensado nisso – o Jacohranger marrom sorriu – Faz sentido.

A conversa prosseguiu, e logo chegaram às proximidades do Departamento Espacial de Defesa. Mesmo um tanto quanto longe, Chairo pôde ver com tristeza que parte significativa daquela magnífica infraestrutura havia se tornado ruínas frente ao poder terrível do desconhecido invasor. A intenção do Jacohranger marrom era apresentar com bastante orgulho tudo que tinha conhecido no dia anterior, mas aquilo não foi possível.
Pousaram nas instalações já transformados e preparados para combater. Não encontraram inimigos; apenas rastros de destruição. Escombros, cadáveres e as cinzas de complexos destruídos no que pareciam ter sido violentas explosões. Mas nenhum ser vivo.
Era certo que havia sobreviventes, bem como também era que havia inimigos nas proximidades ainda. Os heróis tentaram aguçar seus sentidos e decidiram se separar. Chairo era o que mais conhecia o local, mas mesmo assim nem tudo. Minutos depois, Murana voltou até onde tinham pousado com a nave e a usou para gerar um barulho de alerta. Os demais Jacohrangers entenderam e a seguiram.
Aparentemente, os inimigos e os sobreviventes combatiam em uma das mais imponentes e impressionantes torres do local. Era a única construção ainda de pé e, pelo que o Jacohranger marrom lembrava, ali ficava o computador principal e toda o maquinário que compunham a tecnologia do Departamento Espacial de Defesa. Aquele era o coração de tudo. Era a única torre que realmente não poderia cair.
Ainda do lado de fora, os heróis vislumbraram um grande número de seres espaciais de natureza completamente desconhecida. Em nada lembravam os monstros do Império Akkuma, tampouco os soldados Kardler. Eram seres quase invisíveis, sem formas definidas, parecendo mais sombras.   
Na dúvida, atacaram. Os corpos aparentemente imateriais das criaturas podiam ser feridos, bastando que seus oponentes fossem capazes de acertá-las – algo mais difícil do que os heróis supunham. Os seres esquivavam-se em uma velocidade impressionante. Por sorte, o poder de ataque deles era quase nenhum, não conseguindo causar dano aos Jacohrangers.
Com muito esforço, e depois de certo esforço, os cinco guerreiros da Terra foram nocauteando os inimigos e abrindo caminho. Era difícil avançar muito, pois as sombras não paravam de aparecer. Mas, apesar de serem incrivelmente numerosas, foram aos poucos tombando diante da força dos Jacohrangers, que enfim conseguiram chegar às portas da torre.
Fazia muito sentido que aquela estrutura tivesse algum tipo de sistema de defesa, e muito mais sentido que ele tivesse sido acionado quando a invasão começou. Logo, era certo que os heróis teriam que sobrepujar parte dos mecanismos de proteção das portas da torre antes de efetivamente entrarem.
Levaram mais alguns minutos para conseguir, mas acabaram conseguindo. Subiram por escadas em espiral lotadas de sangue, marcas de destruição e cadáveres. Derrubaram portas trancadas e foram se orientando nos corredores labirínticos pelos rastros de carnificina.
Chegaram a um andar superior, e depois a outros dois, até que finalmente já podiam ouvir sons de batalha e gritos terríveis. Apressaram o passo e encontram mais sombras. Combateram com pressa e derrubaram as portas que os separavam dos inimigos e dos sobreviventes.
Encontraram um número considerável de sobreviventes, alguns ainda combatendo. E viram quem eram os inimigos.

NO PRÓXIMO CAPÍTULO DE JACOHRANGERS:

Os responsáveis pelo ataque ao Departamento Espacial de Defesa são velhos conhecidos os heróis. Os Jacohrangers vencerão? Não percam no próximo domingo:


EPISÓDIO 23 – REENCONTRO INESPERADO! O FLAGELO DO UNIVERSO! 

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