Jacohrangers

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domingo, 18 de maio de 2014

EPISÓDIO 46 - DOZE JACOHRANGERS! TODOS JUNTOS NA LUTA!



NO CAPÍTULO ANTERIOR DE JACOHRANGERS:
- APÓS A JACOHRANGER DOURADA SER DERROTADA POR MISUDAN, CHEGA O MOMENTO DE TODOS OS OUTROS JACOHRANGERS TRAVAREM A BATALHA FINAL CONTRA O FLAGELO DO UNIVERSO.
- HERÓIS E VILÕES PROTAGONIZAM UMA LUTA ÉPICA, NA QUAL USAM TODAS AS FORÇAS, E DA QUAL DEPENDE O FUTURO DA TERRA E DE TODO O UNIVERSO. NO ENTANTO, NO FIM, OS JACOHRANGERS SÃO DERROTADOS.
O QUE IRÁ ACONTECER?

- Vamos levar os corpos sem vida deles até o nosso Imperador. Ele decidirá o que fazer – Misudan propôs.
- Precisamos nos recuperar primeiro – Garak disse, a voz saindo com dificuldade.
- Não há tempo para isso – Aramuki opinou – Vamos nos curar quando chegarmos à base. Por enquanto, o importante é darmos a notícia ao nosso Imperador. Ele ficará contentíssimo.
- É provável que ele opte por destruir a Terra de uma vez só, com um único ataque. Este planeta já está deixando-o entediado – Garak balbuciava.
- A mim também – disse Misudan – Não pensei que encontraríamos tanta resistência. Esta deve ser a primeira vez que somos feridos desta forma.
- No final, serviu como experiência – Aramuki completou – Isso vai nos tornar mais fortes. E toda a vida nesse planeta será extinta como uma justa punição pela não rendição desses malditos terráqueos.
- Então vamos levar os corpos destes malditos para o Imperador de uma vez – disse Misudan.
- Ainda estão vivos! – Garak constatou – O Imperador que aplique neles o golpe final, porque eu não tenho mais forças.
E após recorrer a uma habilidade sobrenatural, os três desapareceram, levando junto a eles os corpos desmaiados dos Jacohrangers.

***

Chegaram ao local que servia de base ao Império Akkuma. O Imperador repousava com seu corpanzil desproporcional sobre a gigantesca estrutura que lhe servia de trono. Seus sentidos incrivelmente acima da capacidade humana já detectava há tempos a aproximação do flagelo do universo.
Os três chegaram, e logo os olhos alienígenas do Imperador Goki se voltaram aos corpos desacordados dos Jacohrangers. Assim, que jogaram os inimigos vencidos no chão, o flagelo do universo também caiu. Feridos como estavam, não tinham mais forças para continuar de pé. Fora aquilo, ainda havia a grande quantidade de energia gasta com a teleportação.
- Vencemos! – disse Aramuki.
Os três dirigiram-se ao local destinado a repouso e recuperação. Sua missão havia sido cumprida. Restava ao Imperador decidir o que fazer.
- Chegou o momento de explodir este planeta imundo. Mas vocês devem morrer antes, pois já me cansei de vocês. Preparem-se, Jacohrangers.
O Imperador Goki já se movia, invocando a energia necessária para o violento ataque que pretendia desferir. Faria os Jacohrangers em pedaços, os reduziria a cinzas, para que deles não restassem nem lembranças. Era exatamente o que faria com o planeta Terra também.
- Adeus, Jacohrangers!
Mas uma súbita explosão deteve o Imperador maligno.

***

Dois dias antes.
- Não devia ser responsabilidade nossa! – disse um deles – Mas, no fim, acho que qualquer descendente de japonês acaba destinado a salvar o mundo mais de uma vez. Que seja.
- Sim, meu senhor.
- Só me importo em poder conter logo essa ameaça para poder voltar a beber. Vai rolar “Oktoberfest” fora de época e meu fígado já está preparado.
- Eu tenho mulheres me aguardando.
- Aguardando para quê? Você deve para elas? Bem, enfim, eu só quero voltar logo para assistir o “Super Hero Taisen Z” pela octogésima sexta vez.
- Embora não seja responsabilidade nossa, quem somos nós para dizer exatamente o que é responsabilidade? E a história nos ensina que, quando um conceito teórico excessivamente abstrato, subjetivo e circunstancial não pode ser explicado, o melhor é ignorá-lo e ir logo para a parte que importa. Não sabemos se é nossa responsabilidade, e é até melhor assim, porque responsabilidade nunca foi nosso forte. Mas há uma coisa que sabemos. Quando o mundo estiver em perigo, seja qual for a ameaça, sob qualquer circunstância, só há um grupo de pessoas capaz de fazer algo para impedir o pior. Só um há alguém capaz de renovar as esperanças, proteger as vidas inocentes e trazer a paz, fazendo a justiça triunfar sobre a tirania e o bem vencer o mal. Só há um pequeno grupo. Somos nós.
“Os Jacohrangers!”.
Ruivão, João, Polaco, Negão, Japa e Paty deram as mãos e emitiram um violento grito de guerra. Eles deviam aquilo ao Mestre Jacoh. Não abandonariam a Terra quando ela mais precisava deles, independentemente de quem fosse a responsabilidade de protegê-la.
- Hora de Jacohmbater o mal!

***

- Somos os Jacohrangers e viemos acabar com vocês, sejam lá vocês quem forem! – era o Jacohranger vermelho.
- Isso não é possível! Mais Jacohrangers? Vocês deveriam ser apenas seis. De onde surgiram vocês?
- Nunca subestime a Terra! – o Jacohranger amarelo arrotou após a bravata.
- Os Jacohrangers aparecerão em quantos forem necessários para derrotar as forças do mal. Nossa inspiração é aquele filme “Gokaiger vs. Goseiger”.
- Pessoal, vocês estão bem? – Negão foi tentar reanimar os heróis caídos – Levantem-se, a batalha ainda não acabou.
De repente, o Imperador Goki desapareceu, em um veloz teleporte.
- Covarde! Não resistiu à imponência dos Jacohrangers da primeira geração! – Ruivão disse, com muito orgulho.
- Hey, naquela sala – o Jacohranger azul apontou para um corredor um pouco adiante, do qual ele voltava – há aparelhos com tecnologia de cura. Vamos levá-los até lá.
Em poucos minutos, os Jacohrangers da segunda geração já estavam parcialmente recuperados. Mal tiveram tempo de se apresentar e conversar um pouco, e Haori viu que, na sala ao lado, repousavam em estranhas câmaras de cura os membros do flagelo do universo.  
- Vamos aproveitar para acabar com eles – Chairo bradou.
No entanto, antes que pudessem fazer alguma coisa, os destransformados heróis foram surpreendidos pela aparição de dois monstros nunca antes vistos. Tinham rostos bestiais, garras, cauda que gotejava veneno e asas coriáceas. Urravam e cuspiam fogo, obrigando os heróis a se esquivarem.
- Chegou o momento de unirmos as forças – era Hitomi.
- As duas gerações de Jacohrangers devem lutar juntas! – bradou João.
- Pela paz em Brazilian Tokyo, na Terra e em todo o universo! – gritou Chairo.
- Mesmo que o conceito de paz seja discutível, lutaremos para proteger a paz! – disse Ruivão.
- Doze Jacohrangers juntos na luta! – todos gritaram em uníssono.
- É hora de Jacohmbater o mal!
- Jacoh Change.
E os doze heróis, juntos, atacaram os inimigos recém-surgidos.

NO PRÓXIMO CAPÍTULO DE JACOHRANGERS:

Os Jacohrangers combatem os monstros, mas não conseguem atacar o flagelo do universo. O Imperador ressurge e a batalha se torna desesperadora, mas a lembrança da morte de Shira renova a coragem dos heróis. Serão os robôs dos Jacohrangers fortes o bastante para vencerem os inimigos? Não percam no próximo domingo:


EPISÓDIO 47 – PELA MEMÓRIA DE SHIRA!

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