Jacohrangers

Jacohrangers

domingo, 25 de maio de 2014

EPISÓDIO 47 - PELA MEMÓRIA DE SHIRA



NO CAPÍTULO ANTERIOR DE JACOHRANGERS:
- DERROTADOS OS HERÓIS SÃO LEVADOS PELO FLAGELO DO UNIVERSO ATÉ A BASE SECRETA DO IMPÉRIO AKKUMA. OS VILÕES DEDICAM-SE A SE RECUPERAR DE SEUS FERIMENTOS.
- OS JACOHRANGERS DA PRIMEIRA GERAÇÃO ENTÃO SURGEM, AUXILIANDO OS AMIGOS. O IMPERADOR GOKI DESAPARECE MISTERIOSAMENTE, ENQUANTO NOVOS MONSTROS APARECEM PARA DESAFIAR OS HERÓIS.
O QUE IRÁ ACONTECER?

- Bazuca sem nome!
- Jacoh Cannon!
O poder combinado das duas armas dos Jacohrangers explodiu os monstros. Os doze heróis já pensavam em avançar contra os indefesos componentes do flagelo do universo, quando surgiram mais três monstros diferentes. A falta de espaço no local os obrigou a abandonarem aquela imensa construção.
Do lado de fora, os Jacohrangers marrom, rosa, bege e verde trocavam golpes velozes e violentos com o primeiro inimigo, uma bizarra combinação de sapo e lagarto. De sua língua amarronzada saía uma substância corrosiva. Os heróis se esquivavam das cusparadas do oponente, mas tinham dificuldade para contra-atacar.
Os heróis azul, preto, púrpura e dourada confrontavam o segundo monstro, que lembrava uma ave que cuspia fogo. As rajadas ígneas eram altamente destrutivas, obrigando os quatro Jacohrangers a se desagruparem. Isso permitiu que atacassem de diferentes direções, não permitindo esquiva ou defesa. Mas a criatura maligna parecia não sentir, pois continuava atacando.
Os Jacohrangers laranja, cinza, vermelho e amarelo disparavam com suas pistolas contra o monstro que parecia um robô, haja vista suas formas humanoides e seu revestimento de blindagem poderosa. As rajadas ricocheteavam, fazendo com que as explosões se voltassem contra os heróis. Mudaram de estratégia e sacaram suas espadas. O poder combinado do ataque das lâminas sequer chegou a arranhar o monstro.
Os doze heróis se dividiram outra vez. Reagruparam-se e se separaram de novo. Iam se posicionando de forma bastante alternada no campo de batalha, sem se importar com estratégias. Confiavam apenas no fato de terem amigos ao seu lado, independentemente de quais fossem.
Os três monstros começaram a combinar seus ataques, gerando danos maiores aos heróis. As substâncias corrosivas que eles lançavam feriram seriamente Grey, o Jacohranger cinza. A força imensurável dos punhos inimigos quase levaram Paty, a heroína rosa, ao nocaute.
- Não vamos perder! Não vamos permitir que nossa Terra seja destruída – Chairo gritou.
Os doze Jacohrangers, alguns bem mais feridos que os outros, concentraram suas energias e dispararam com suas pistolas em um único ponto, explodindo parte do corpo de um dos inimigos. Antes que a criatura se recuperasse, as lâminas dos heróis rasgaram o que restou do corpo do monstro.
Só restavam dois.
- Temos que aproveitar que o flagelo do universo está vulnerável para atacá-los. Podemos não ter outra chance como essa – bradou Haori.
- Vamos usar nossas bazucas com todas as nossas forças – gritou João, o Jacohranger verde.
- Bazuca sem nome!
- Jacoh Cannon!
Pareciam mais fortalecidas, como se aquelas armas estivessem imbuídas do imenso poder que havia no coração dos Jacohrangers. Os outros dois monstros não resistiram e explodiram completamente.
Os doze heróis já pensavam em avançar rumo às câmaras de recuperação onde o flagelo do universo se curava, quando uma súbita aparição os assustou. Todos sentiram um violentíssimo calafrio.
Quem havia chegado era simplesmente o culpado tudo. O responsável por todas as mortes. Aquele que estava, pouco a pouco, se encarregando de destruir todo o universo. O vilão supremo. O ser mais terrível de toda a existência.
Os doze Jacohrangers estavam frente a frente com o Imperador Goki.

***

- As vidas de vocês, de todos os seres da Terra e de todos os seres do universo não têm nenhum, NENHUM valor. Morram tendo consciência de sua total insignificância
E o primeiro ataque daquele ser maldito arremessou todos os Jacohrangers longe. Mal haviam se levantado, e outra rajada maligna tornava a feri-los. E vieram outras, muitas outras, fazendo os heróis caírem ensanguentados e destransformados.
- Parece que voltaram a ser humanos. Pois antes de morrerem, lhes mostrarei seu mundo sendo destruído. Não terei piedade e não farei joguinhos com vocês igual o flagelo do universo fez.
E das mãos malignas do Imperador Goki surgiram dois monstros que foram crescendo e crescendo. Até ficarem gigantescos.
- Não importa o tamanho da sua força, nem que sua crueldade não tenha limites. Vamos nos transformar de novo e seguir lutando quantas vezes forem necessárias – Chairo gritou.
- A batalha só termina quando acaba. Ou quando chega ao fim. Nunca antes disso – bradou Ruivão, o Jacohranger vermelho.
- Jacoh Change!
- Hora de Jacohmbater o mal!
Os heróis usaram suas pistolas e dispararam contra o Imperador, sem nenhum sucesso. Enquanto isso, os dois monstros imensos se dirigiam à cidade de Brazilian Tokyo.
- Pessoal, nesse momento tão desesperador, vamos nos lembrar de Shira! – Chairo disse.
- Minha irmã! – era Polaco, em lágrimas – Que morreu lutando, assassinada por estes covardes malditos. Ela morreu para proteger a Terra, sem jamais perder a esperança de defendê-la, não importando a força do inimigo.
- Não apenas por ela, mas por todos os que morreram, temos o dever de acreditar até o fim! – Murana gritou.
- Mais que isso – Hitomi complementou – Temos o dever de vencer. De elevarmos nosso coração até o infinito até conseguirmos o poder necessário para destruir o maldito Império Akkuma.
- Vamos nos dividir – Ruivão disse – Vamos mostrar a esses malditos que divididos não estamos juntos, embora estejamos unidos pelos corações, e não pelo posicionamento no campo de batalha.
- Gigante Guerreiro Jacohlossal! – Japa e Paty ingressaram nele.
- Robô Reserva! – Negão, Polaco e João adentraram nele.
- Densetsu Robotto! – Murana e Daira entraram nele.
- Robô Cruzador! – Hitomi e Grey subiram na máquina de batalha.
- Galactic Robô! – invocou Haori, logo ingressando em seu robô.
- Ora, ora! – era o Imperador, falando a Chairo e Ruivão, os únicos que ficaram no chão para enfrentá-lo – Cinco robôs gigantes contra apenas dois monstros! Não é curioso que, justamente agora, velhos conhecidos de vocês estejam de volta?
Goki apontou para a base secreta de onde vinham, plenamente recuperados, os três membros do flagelo universo. Sorriam com o sarcasmo que lhes era peculiar. A um aceno mágico do Imperador, eles também ficaram gigantes.
- Cinco robôs gigantes, contra cinco servos meus! Parece mais justo agora.
- Quem é você para falar sobre justiça? Desgraçado! – Chairo gritou, avançando espada em punho.
- Pela memória de Shira! – os doze Jacohrangers gritaram ao mesmo tempo, embora estivessem separados, cada qual combatendo seu adversário.
A arma de Chairo rasgou o ar quando o vilão se teleportou para trás dele e, golpeou suas costas com uma descarga elétrica. O Jacohranger marrom quase caiu para trás, mas foi amparado pelo herói vermelho. Ambos dispararam com todas as forças, sem sequer arranhar o Imperador Goki.
- Eu também estou aqui! – a voz surpreendeu a todos.
Era o Mestre Jacoh.
- Chegou a hora de dar ao Império Akkuma o fim que ele merece. Pela memória de Shira.
Perto dali, uma batalha literalmente imensa tinha início.

NO PRÓXIMO CAPÍTULO DE JACOHRANGERS:

Uma batalha nunca antes vista é travada. Com a força dos doze Jacohrangers e do Mestre Jacoh, surge uma chance de vitória. O confronto só terminará quando um dos lados estiver morto. Não percam no próximo domingo:


EPISÓDIO 48 – O FIM DO FLAGELO DO UNIVERSO!

Nenhum comentário:

Postar um comentário