Jacohrangers

Jacohrangers

domingo, 29 de junho de 2014

PRÉVIA DO ESPECIAL "JACOHRANGERS VS. JACOHRANGERS"

Olá, amigos. Aqui, temos um audioconto com a prévia do especial "Jacohrangers vs. Jacohrangers. Ouçam.

Semana que vem, o especial estará aqui.

E na outra semana, o início da terceira temporada.

domingo, 15 de junho de 2014

EPISÓDIO 50 (FINAL) - A TERRA SALVA!



NO CAPÍTULO ANTERIOR DE JACOHRANGERS:
- APÓS DERROTAREM O FLAGELO DO UNIVERSO, OS JACOHRANGERS FINALMENTE INICIAM A BATALHA FINAL CONTRA O IMPIEDOSO IMPERADOR GOKI.
- O CRUEL VILÃO ESCRAVIZA SERES HUMANOS E OS FAZ CRESCEREM ATÉ TORNAREM-SE MONSTROS GIGANTES E SE POSICIONAREM AO REDOR DELE, COMO ESCUDOS VIVOS, A FIM DE PROTEGÊ-LO DO GOLPE FINAL QUE OS ROBÔS GIGANTES DOS HERÓIS SE PREPARAVAM PARA DESFERIR.
O QUE IRÁ ACONTECER?

Um escudo de sombras. Vários monstros gigantes, humanos na origem, demônios no momento, rodeavam o Imperador Goki. O vilão terrível emanava uma escuridão profunda, como se toda a luz do universo desaparecesse quando chegava ali. Seus servos, escudos vivos, dispostos a morrer por ele. Ali só havia trevas. Maldade. Horror.
Diante deles, dois robôs gigantes. O Robô Supremo, a máquina de combate definitiva dos Jacohrangers da primeira geração. O Great Jacoh Oh, a máquina de batalha suprema dos heróis da segunda geração. Representavam todas as esperanças da Terra, da galáxia e de todo o universo. Eram a última esperança. A última chance de impedir que tudo que existe deixasse de existir.
Luz. Toda a bondade do cosmos, todos os sentimentos bons e puros de todos os seres vivos, materializava-se em forma de um brilho infinito, um rútilo que cegava e era caloroso. Trazia uma sensação de paz. A sensação que todos queriam sentir para sempre.
- Está vendo esta luz, Imperador maldito? – Chairo gritou.
- Esta luz é o reflexo de toda a bondade e esperança no universo! – Grey disse.
- Esta é a luz que destruirá você e seu império maligno! – Daira berrou.
- Esta é a luz que garantirá a paz no universo! – Murana vociferou.
- Esta luz mostrará que o bem sempre vence o mal! – Hitomi disse.
- Esta luz será a responsável por mostrar que, enquanto existirem os Jacohrangers, as trevas não triunfarão.
- Esta luz... – era Ruivão.
- ...vai... – era Polaco.
- ...acabar... – era Negão.
- ...com... – era Japa.
- ... você... – era Paty.
- ... de uma vez por todas... – era João.
- Morra, Imperador maldito! – os doze Jacohrangers gritaram ao mesmo tempo.
A luz que circundava o Great Jacoh Oh e o Robô Supremo saiu deles em direção ao Imperador e aos escudos vivos. O brilho infinito ultrapassou os seres humanos monstruosos, sem os ferir: ao contrário, os fez voltarem a ser pessoas normais, de tamanho normal. O rútilo poderoso trespassou Goki, em um confronto épico entre luz e trevas. O vilão cruel foi arremessado longe, desintegrando-se pouco a pouco.
O corpanzil horrendo caiu sobre a nave do Império. E lá explodiu, gerando uma apocalíptica liberação de energia. Que atingiu Brazilian Tokyo.
Uma quantidade de escuridão que conspurcava o ambiente foi sumindo dando lugar a uma luz. Um brilho de renovação de esperança, uma luz que indicava o retorno da paz. Que dava o direito das almas dos mortos em batalha descansarem em paz.
Shira, a falecida Jacohranger branca, morta em batalha em defesa da justiça, já podia sentir-se vingada. A Terra, finalmente, estava salva. Onde quer que ela estivesse, naquele momento ela certamente estaria sorrindo.
Assim como outros milhares de povos e mundos.

***

- Onde estão os outros? – Murana perguntou – Já foram?
- Sim – o mestre Jacoh sorria, embora ainda ferido – Os heróis da primeira geração foram embora. Já nos ajudaram o bastante, não acha?
Murana estava na base dos heróis, recuperando-se dos muitos ferimentos sofridos em batalha. Parecia ter sido a última a recuperar a consciência após a destruição de Goki e de seu Império. Seus amigos não estavam lá.
- Haori e Hitomi foram visitar o túmulo de Shira. Elas não tiveram a oportunidade de conhecê-la, mas acharam justo prestar essa homenagem a uma colega Jacohranger. Que ela possa descansar em paz.
- Muito legal da parte delas. E os outros?
- Chairo foi visitar Aline...
Murana ficou cabisbaixo. Era assumidamente apaixonada pelo colega, que agora estava feliz com outra pessoa.
- Gosta muito dele, não é?
- Sim, Mestre. Mais do que deveria, pelo jeito. Aliás, a Daira está na mesma situação que eu.
- Pelo que eu saiba, Murana, ela está com Grey.
- Eles foram ajudar na reconstrução da cidade, Mestre?
- Sim. Mas não é esse tipo de “juntos” que eu quis dizer.
- Não vá me dizer que os dois...
- Sim!
Murana sorriu.
- Você também será feliz, Murana. Todos nós seremos. Basta acreditar.
E a Jacohranger púrpura levantou a cabeça e sorriu ainda mais.

***

- Eu só lhe pedir desculpas. Por minha culpa, você e sua família sofreram horrores. Passaram medo. Correram riscos.
- Chairo, não foi culpa sua.
- Se eu tivesse sido mais forte...
- Chairo, vocês enfrentaram o pior vilão do universo. Você fez o melhor que pôde. Estamos salvos por sua causa.
- Aline, foi apenas a minha obrigação. Sinto como se não tivesse feito todo o possível. Milhares morreram. E eu não fui forte o bastante para impedir.
- Chairo, você está se esquecendo de que milhões poderiam ter morrido se não fosse por você e seus amigos.
- Não sei se saberei lidar com essa culpa, Aline.
- Eu amo você, Chairo. E nós vamos ser muito felizes juntos. Eu não tenho dúvida nenhuma disso. Mas se há uma coisa, apenas uma coisa, que pode atrapalhar a nossa felicidade, é isso que você está fazendo. Algo que, inclusive, atrapalha a felicidade de qualquer casal ou mesmo de qualquer pessoa: se apegar demais ao passado. Não se preocupe com o que você pôde ou não pôde fazer. Preocupe-se apenas com que o que você ainda pode fazer.
Ele entendeu o recado. E os dois se beijaram.

***

Daira e Grey. Juntos, após um dia de extenuante trabalho no socorro aos feridos e na reconstrução da cidade de Brazilian Tokyo. Era noite, o luar lhes fazia companhia. Conversaram sobre um canteiro de lindas rosas.
- Se pudéssemos nos transformar, poderíamos ajudar mais e muito mais rápido.
- Eu sei, Daira. Mas o mestre Jacoh disse que nossos poderes voltarão um dia... No momento certo... Quando a Terra precisar.
- Mas estamos precisando agora.
- É diferente. O que precisamos agora é de união. Se os povos da Terra se unirem, catástrofes como essa jamais voltarão a acontecer.
- Você acha que a Terra pode ser atacada de novo? Digo, por outros impérios espaciais?
- Com certeza. Provavelmente, quando isso acontecer, a responsabilidade de proteger este planeta ficará com outro grupo. Outras pessoas. Mas os ideais serão os mesmos. E, se um dia for necessário, nós lutaremos juntos. E, nesse dia, nossos poderes voltarão.
- Grey, você nem parece aquele garoto tímido que eu conheci quando nos tornamos Jacohrangers.
Os dois riram e se abraçaram. Podiam, pois a Terra estava salva. Por enquanto...

おわり

domingo, 8 de junho de 2014

EPISÓDIO 49 - VENHA, IMPERADOR MALDITO!



NO CAPÍTULO ANTERIOR DE JACOHRANGERS:
- COM O PODER CONJUNTO DOS DOZE JACOHRANGERS EM SEUS ROBÔS, OS HERÓIS CONSEGUEM DESTRUIR, FINALMENTE, O FLAGELO DO UNIVERSO. DERROTAM TAMBÉM OS MONSTROS GIGANTES QUE ESTAVAM DIANTE DELES.
- APÓS CONVERSAR COM ALGUÉM DESCONHECIDO, O IMPERADOR GOKI VOLTA PARA TRAVAR A BATALHA DERRADEIRA. NÃO SEM ANTES CAUSAR UMA IMENSA DESTRUIÇÃO EM BRAZILIAN TOKYO.
O QUE IRÁ ACONTECER?

- Não há limites para o seu mau-caratismo. Não há limites para o quanto você é desgraçado. Não há limites para o meu ódio por você. Você é o lixo, é a escória do universo. Você não vale nada! Vou destruir todas as células do seu corpo maldito. Vou jogar cinzas em um buraco negro. Vou apagar sua existência imunda do universo. Prepare-se, Goki. Você vai morrer!
- Não vai me intimidar com palavras, Jacohranger marrom. Meus objetivos servem a um propósito maior. Algo muito além da patética compreensão do povo do seu planeta. Se você não consegue entender a necessidade de se extinguir os seres inferiores para a criação de uma nova ordem de seres, de um novo universo, então não há porque eu perder mais tempo com vocês.
O Imperador demoníaco ficou gigantesco. Tinha como oponente o Robô Supremo, a fusão definitiva dos robôs dos heróis da primeira geração; e o Great Jacoh Oh, a fusão definitiva dos robôs dos heróis da segunda. Cada um, guiado por seis Jacohrangers. Subitamente, o Mestre Jacoh ingressou na máquina de batalha dos heróis atuais. Ajudaria como pudesse.
- Parte da minha missão é infligir em vocês o sofrimento máximo. A dor mais cruel. Ferir seus corpos é algo simples demais. Esquartejarei suas almas. Vocês sentirão um desespero maior que o universo – e um raio violentíssimo foi disparado, levando os robôs ao chão.
O Imperador virou-se em direção à cidade de Brazilian Tokyo. Ela exibia rastros de destruição, mas a situação estava sob controle. Foi feita a evacuação mais eficiente possível. Abrigos subterrâneos foram construídos. Muita gente fugiu. A tecnologia local se encarregou de providenciar mecanismos de proteção que minimizassem os danos.
- O povo da cidade de vocês está escondido em abrigos subterrâneos? – Goki perguntou aos heróis – E se eu usasse meu poder para provocar um terremoto e TODOS morressem soterrados?
- Desgraçado! – os doze Jacohrangers gritaram ao mesmo tempo.
- Poder Jacóhsmico! – gritaram os heróis da primeira geração, efetuando o ataque mais poderoso do Robô Supremo.
- Ultimate Finisher! – gritaram os Jacohrangers da segunda geração, disparando o ataque decisivo do Great Jacoh Oh.
Uma explosão imensa, da qual surgiu Goki, sem um ferimento sequer.
- Se esses são seus golpes mais poderosos, esta Terra está realmente condenada.
- Mestre Jacoh, será que é possível fazermos um “gattai” entre os dois robôs supremos dos Jacohrangers? – João gritou.
- Talvez. Tentem!
E Os Jacohrangers tentaram. Mais de uma vez. Sem sucesso.
- Tive uma ideia melhor. Vocês serão mortos pelos insetos que fazem tanta questão de defender. Ou terão que matá-los. De qualquer maneira, todos serão mortos por mim.
Dos olhos rubros do Imperador surgiu uma luz negra. A luz se multiplicou, transformando-se em dez rútilos malignos que avançaram em direção a Brazilian Tokyo. Antes que os Jacohrangers pudessem impedir, as luzes macabras voltaram ao campo de batalha, trazendo com elas algumas pessoas.
Eram dez, incluindo mulheres, crianças e idosos. Foram ao chão violentamente, mas continuavam sendo alvo da luz. E foram se transformando. Rostos se desfiguraram, braços viraram tentáculos, dentes tornaram-se presas, pele ganhou aspecto de escamas. Bocas viraram bicos. Caudas surgiram. E as pessoas cresceram, até atingirem o tamanho dos robôs gigantes.
Eram dez monstros novos para os Jacohrangers enfrentarem. Se tivessem coragem para tanto.

***

- O Gattai não funciona. Nossos ataques mais poderosos não foram suficientes – era Murana – E agora temos que lutar contra humanos terrivelmente transformados. O que vamos fazer?
- Vamos lembrar-nos de todos aqueles que foram vítimas desses desgraçados! – Grey gritou – Vamos pensar que milhares de almas não descansarão em paz até que tenhamos mandado este maldito para as profundezas do inferno.
- Não vamos nos esquecer do que aconteceu com Shira! – Daira gritou – Ela morreu lutando por aquilo em que acreditava. Ela nos deixou encarregados de cuidar deste planeta e não permitir que o mal triunfe. Devemos vencer por ela. Devemos isso a ela.
- Alguém que brinca com sentimentos dessa forma – era Hitomi – Alguém que destrói vidas como quem pisa em capim, alguém que considera tudo e todos inferiores a ele... Alguém assim não pode continuar vivo.
Os humanos monstruosos golpeavam os robôs, gerando explosões e desequilíbrio. O Robô Supremo logo foi ao chão. O Great Jacoh Oh saltou sobre os inimigos até chegar diretamente ao Imperador maldito.
- Esperem por nós! – João gritou de dentro da máquina de batalha dos heróis da primeira geração.
- Não, esta batalha é apenas nossa! – Haori gritou em resposta, enquanto atacavam de todas as formas, e sem sucesso, o terrível inimigo.
- Não! – Ruivão gritou também, enquanto os humanos monstruosos golpeavam mais e mais o Robô Supremo – Essa batalha é de todos os seres desta Terra. Essa batalha é de todos aqueles que querem a paz no universo.
Os integrantes do Great Jacoh Oh pararam para pensar por um segundo, e acabaram violentamente feridos por uma rajada poderosíssima desferida pelo Imperador maligno. O robô foi ao chão, e os humanos monstruosos se dividiram em atacar as máquinas de batalha dos heróis.
- Não podemos feri-los! – Hitomi disse.
- Mas também não podemos ficar aqui caídos apanhando! – era Grey.
- Onde está a coragem de vocês! Ponham para fora toda a esperança que há em seus corações! – o Mestre Jacoh gritou com todos – Desde que a batalha começou, só ouço vocês falarem e falarem. Discursos não levar vocês à vitória! Discursos não vão destruir o Imperador. Palavras bonitas não vão garantir a paz da Terra.
Por alguns poucos segundos, nada.
Então, os doze heróis franziram os cenhos, cerraram os punhos. Os robôs se levantaram quase que automaticamente, como se aquilo fosse reflexo da força de vontade sobrenatural de seus pilotos. Ignoraram os ataques incessantes dos humanos monstruosos. E avançaram rumo ao verdadeiro e único inimigo.
O Greta Jacoh Oh e o Robô Supremo foram revestidos por uma luz poderosa, que obrigou Goki a cobrir os olhos. As máquinas de batalha dos heróis faziam os movimentos de quem preparava os ataques finais. Aquele seria o golpe definitivo contra o Império Akkuma.
- A batalha ainda não acabou, Jacohrangers!
- Já acabou sim, maldito! – Chairo rugiu.
- Não enquanto eu ainda tiver meus escravos.
E a um comando do Imperador Goki, os humanos monstruosos o cercaram. Os dez se posicionaram ao redor deles, protegendo-o completamente, como verdadeiros escudos vivos. Dispostos a se sacrificarem em defesa do vilão.
- Ataquem! – Goki desafiou – Onde está a coragem de vocês agora?

***

- O bem vai vencer, Goki, seu desgraçado! – Mestre Jacoh gritou – Não duvidem, Jacohrangers! Não hesitem. Não tenham medo. A justiça, a esperança, o amor, a fé, a paz e a vida irão vencer. Por todos aqueles que morreram. Por todos aqueles que sofreram. Por todos aqueles que perderam alguém. Por todos aqueles que correrão riscos no futuro se o Imperador não for destruído agora. Por todos e também por vocês. Empunhem suas armas com coragem. Desfiram o golpe fatal. Agora, Jacohrangers! Deem o golpe final e destruam de uma vez por todas as ambições malignas do Imperador Goki e do Império Akkuma. Ponham um fim a esta batalha!

NO PRÓXIMO CAPÍTULO DE JACOHRANGERS:

A vitória, enfim, chega, embora a um custo muito alto. O que o destino reservará ao futuro dos Jacohrangers? Não percam no próximo domingo:


EPISÓDIO 50 (FINAL) – A TERRA SALVA

domingo, 1 de junho de 2014

EPISÓDIO 48 - O FIM DO FLAGELO DO UNIVERSO



NO CAPÍTULO ANTERIOR DE JACOHRANGERS:
- OS DOZE JACOHRANGERS LUTAM JUNTOS CONTRA OS ÚLTIMOS MONSTROS EM UM CONFRONTO GIGATESCO E TERRÍVEL. OS HERÓIS TRIUNFAM, MAS O IMPERADOR GOKI INVOCA NOVOS MONSTROS.
- OS CINCO ROBÔS GIGANTES DOS HERÓIS ENFRENTAM DOIS MONSTROS MAIS O RECÉM-CURADO FLAGELO DO UNIVERSO, ENQUANTO O JACOHRANGER MARROM E O VERMELHO FICAM NO CHÃO CONFRONTANDO O IMPERADOR GOKI.
O QUE IRÁ ACONTECER?

O Gigante Guerreiro Jacohlossal, comandado por Japa e Paty, confrontava um monstro gigantesco. A criatura disparava raios, que explodiam no Escudo Jacohlossal e emitiam chispas por todos os lados. Enquanto se defendia, o robô dos heróis da primeira geração ia avançando. Com a outra mão, a máquina de batalha sacou a Espada Jacohlossal e começou a talhar e retalhar o monstro.
O ser foi ao chão, mas assim que se levantou começou a disparar com tanta velocidade que o robô dos Jacohranger não conseguiu se defender e também foi atingido. Japa acionou o Míssil Jacohlossal, detendo os ataques inimigos. Então, de longe, ambos começaram a trocar ataques à distância, projéteis de todas as naturezas colidindo no ar. Um ou outro golpe foi bem-sucedido, mas não o bastante para decidir a batalha.
- Vamos recorrer a medidas extremas! – Japa gritou.
- Vamos – Paty concordou, na falta de algo melhor a dizer.
- Golpe Fatal Final Jacohlossal! – os dois gritaram em uníssono.
O monstro foi violentamente golpeado, mas resistiu. Estava ferido e não tinha mais forças para atacar. Os dois Jacohrangers aproveitaram para seguir golpeando com a Espada Jacohlossal. Violentas estocadas foram ferindo mais e mais o ser maligno, até que o Míssil Jacohlossal pôs um fim na criatura, gerando uma imensa explosão.
Negão, Polaco e João estavam dentro do Robô Reserva. Contra a imensa máquina de defesa da justiça, outro monstro. Poderoso, movia-se atacando com caudas e garras, não permitindo defesa por parte dos heróis.
- Desse jeito, vamos perder! – João gritou.
- É sério, Capitão Óbvio? – Polaco ironizou.
O Robô Reserva foi ao chão, e mesmo caído foi violentamente atacado. Os Jacohrangers contra-atacaram com todos os recursos que tinham. O Raio Reserva serviu para afastar o inimigo. Novamente de pé, os heróis empunharam a Espada Reserva. Mas ainda era difícil evitar os golpes da criatura.
- Deve haver um padrão nos movimentos desse monstro! – Negão disse.
- Sim, ele sempre nos ataca onde não somos capazes de nos defender – era Polaco.
- Vamos usar nosso ataque mais poderoso! – a ideia era de João.
- Vamos! – todos gritaram ao mesmo tempo – Golpe Final Reserva!
O monstro foi violentamente ferido, mas, novamente, aquilo não foi o bastante. Sangrando e explodindo, a fera maligna não tinha forças para atacar com velocidade. Então vieram as estocadas da Espada Reserva, o Raio Reserva e o Míssil Reserva.
O inimigo da Terra foi ao chão e explodiu, deixando de ser um problema aos heróis. Restava apenas o flagelo do universo.

***

Haori, a Jacohranger dourada, estava dentro de seu Galactic Robô. Enfrentava o odioso Misudan, o responsável pela destruição de seu planeta e pela extinção impiedosa de seu povo. Um ser cruel, desalmado, maligno, destrutivo. Um assassino. Genocida. Nem mil universos poderiam ser maiores que o ódio que a heroína sentia.
- Chegou a hora de acabar com você, seu desgraçado.
- Não diga bobagens. Desta vez, matarei você sem me importar em te fazer sofrer antes.
Os punhos se chocavam, como se as iras medissem forças. Chutes eram aparados e contra-atacados, sem que houvesse um vencedor. Raios disparados se encontravam no ar, e ninguém era atingido. A batalha ia seguindo. Haori golpeou severamente Misudan. O vilão respondeu com outro ataque violento.
O Galactic Robô e Misudan passaram alguns minutos se ferindo até chegar ao ponto em que logo um cairia derrotado. O vilão começou a concentrar sua energia em um ataque decisivo. Haori, a Jacohranger dourada, fez o mesmo.
- Galactic Finisher! – a energia despendida era gigantesca.
Houve o choque entre as rajadas fatais dos combatentes. Quem cedesse, fatalmente morreria.
- Nós vamos ajudar! – eram os Jacohrangers verde, azul, amarelo, preto e rosa. O Gigante Guerreiro Jacohlossal e o Robô Reserva haviam se fundido, gerando o Robô Supremo. Eles já preparavam o “Poder Jacóhsmico”, quando ouviram a negativa de Haori.
- Não! Deixem-me lutar sozinha. Auxiliem outra pessoa.
Os heróis da primeira geração partiram ajudar Murana e Grey no Densetsu Robotto!
- Morra, Misudan!
Movida por uma determinação que ia além de todos os limites do universo, Haori, a Jacohranger dourada fez o Galactic Robô intensificar o poder destrutivo de seu Galactic Finisher até explodir o corpo de Misudan em milhares de pedaços. Seu povo e seu planeta estavam vingados.

***

Um som vindo do interior da base chamou a atenção do Imperador Goki. Ele perdeu o interesse em Chairo e Ruivão.
- Agradeçam! Viverão por mais alguns minutos! – e disparou violentamente contra os dois Jacohrangers que foram ao chão.
Os heróis optaram por não segui-lo, preferindo usar suas energias para auxiliar seus amigos, que àquela altura batalhavam terrivelmente contra o flagelo do universo.
O Imperador Goki entrou em sua base. Uma tela mágica surgiu diante dele. Um rosto monstruoso (mais que o dele) apareceu. Uma voz grossa, de difícil compreensão, começou a urrar algo em um idioma que o líder supremo do Império Akkuma não tinha problemas para entender.
- Não pense em sair da Terra antes de tê-la destruído completamente. Se voltar aqui sem ter destruído o planeta, eu te matarei pessoalmente, Goki!
- Não se preocupe com isso!
E a conversa seguiu.

***

O Robô Supremo e o Densetsu Robotto combatiam Garak. O poder do vilão era terrível. Ambos os robôs iam para o chão com facilidade, e sempre que levantavam, caíam de novo.
- Vamos atacar por lados diferentes! – Japa sugeriu.
- Façam o que quiserem. Vocês morrerão de qualquer forma! – o vilão berrou.
Concentrando suas energias, ambos usaram seus poderes máximos em conjunto sem permitir esquiva.
- Poder Jacóhsmico!
- Densetsu Chou Ken Hi!
Garak foi feito em milhões de pedaços. Só faltava Aramuki.
Ruivão e Chairo se uniram a Hitomi e Grey no Robô Cruzador. O membro remanescente do flagelo do universo preparava um ataque decisivo. Ele parecia com pressa após saber que seu Imperador tinha sido convocado por alguém a uma reunião na base. E também após ver seus dois colegas serem destruídos. Os Jacohrangers decidiram fazer o mesmo, preparando um golpe fatal.
- Flash Sagrado dos Cosmos!
Mesmo muito ferido, Aramuki resistiu.
- Gattai! – os seis Jacohrangers da nova geração disseram ao mesmo tempo. O Densetsu Robotto, o Robô Cruzador e o Galactic Robô se uniram, formando o Great Jacoh Oh.
Naquele meio tempo, todos viram o Imperador Goki reaparecendo e emitindo um violento ataque contra a distante Brazilian Tokyo. Furiosos, os Jacohrangers usaram o “Ultimate Finisher” e destruíram definitivamente Aramuki. O flagelo do universo estava morto.

NO PRÓXIMO CAPÍTULO DE JACOHRANGERS:

Os doze Jacohrangers travam com o Imperador Goki a batalha final. Mas a crueldade do inimigo não tem limites, e os heróis são obrigados a enfrentar o maior desafio de todos. Não percam no próximo domingo:


EPISÓDIO 49 – VENHA, IMPERADOR MALDITO!